Entusiastas do ‘do it yourself’ ensinam na internet como reinventar espaços gastando pouco

Mudar estampas das almofadas, comprar cadeiras mais baratas em sites para reformar ou fazer um papel de parede fake (falso) são dicas que estão na Internet. No entanto, para que as ideias se materializem e deem o tom de um espaço é necessário garim­par sugestões aplicadas ao mundo real. Ana Medeiros, Camila Maia e Dani Vasconcelos se propõem a fazer isso e mostram em suas páginas que ‘do it yourself’ – DIY (faça você mesmo) é possível. Bas­ta um clique.

Idealizadora do blog A casa que a minha vó queria, Ana Medeiros apostou no segmento para mostrar que há formas de deixar o lar com um jeito informal e sem regras chatas, como ela diz na apresentação da sua página. Com 33 anos, a blogueira usou sua experiência de vida para ajudar as pessoas. “Em uma época da minha vida, entre tantas mudanças, morei em um apartamento pequeno e me vi diante de um desafio: deixá-lo com a nossa cara sem gastar tanto”, explica.

Na ocasião, grávida do primeiro filho, Ana quebrou a cabeça e enxergou a plataforma como uma alternativa para se reinserir no mercado de trabalho. “Além disso, quis mostrar às pessoas quais as dificuldades e as tendências ao optar por repaginar determinados ambientes. A ideia é tra­zer isso da forma mais mas­tigada possível”, detalha. Ela elabora tutoriais de, por exemplo, como pintar uma parede perfeita ou como dar uma cara nova para àquela luminária em desuso. “Você também pode, por exemplo, transformar um ralador de verduras em uma luminária, uma ideia barata que fica linda”, acrescenta. Soluções baratas e criativas para o upgrade, como ela mesma se refere, têm rendido. Por dia, seu blog tem, em média, 10 mil acessos.

Camila Maia, 29 anos, bem sabe a representatividade desses acessos. Com cerca de 140 mil seguidores no Instagram em apenas um ano de existência, a página Decoração pra você (@decoracaopravoce) é para ela, antes de tudo, uma surpresa. “Não imaginava esse sucesso to­do”, conta. Formada em arqui­tetura e trilhando uma pós-graduação em iluminação, Camila sentia falta de apresentar uma decoração que tivesse ‘a cara de casa e de gente’. “Mostrar que há maneiras de montar um espaço com o tempo, com suas caraterísticas e com itens nos quais as pessoas se identificassem de fato”, frisa.

Na página, as pessoas logo percebem que são capazes de fazer. “Às vezes, confesso, acho um contrassenso ensinar as pessoas a decorarem sozinhas suas casas, quando poderia sugerir um profissional. Acredito, porém, que há projetos nos quais a presença de um arquiteto é indispensável. Porém, uma pessoa comum pode pintar móveis velhos para renovar os espaços”, diz.”, ressalta. A página, entretanto, abriu outras possibilidades para a arquiteta, que, desde o início da sua carreira, buscou divulgar projetos com pegada mais jovem e contemporânea. Para os que gostam do ‘do it yourself’ mas não conseguem aplicar, Camila lançou junto com a sócia Karla Burlamaqui uma espécie de consultoria online. A proposta é dar dicas para decorar a casa num contexto mais acessível.

Já Dani Vasconcelos, do Ri­cota não derrete, explora o assunto no canal homônimo no Youtube. Com 58 mil pessoas inscritas, o espaço dá voz ao passo a passo para montagens de objetos decorativos. “Tem uma série ‘Dei­xa comigo’, que acontece por temporada anual com uma média de cinco episódios, na qual proponho uma repaginada no cômodo com R$ 100, além de outras séries fi­xas, como ‘Decoração de R$ 1,99’ e ‘Segunda mão’.”, lista. Na primeira, a proposta é comprar bugigangas e transformá-las em adornos.

A segunda propõe uma repaginada em objetos usados. Uma dica de Dani para quem quer mudar um ambiente gastando pouco é investir em acessórios como almofadas coloridas, por exemplo. Para ela, a diversidade da Internet é crucial para que essas ideias ganhem vozes. “É lá que você tem informação de graça. Antes, as pessoas estavam acostumadas a comprar revista de decoração, e ficavam limitadas àquilo”, analisa, destacando que, atualmente, os consumidores es­tão com orçamentos limitados, sendo a Internet um ca­nal interessante para quebrar essa barreira.

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>Da Folha de PE
>Via Dep. de Jorn. da Orobó FM, (Eraldo Albuquerque -Orobó; Sexta, 29 de Abril de 2016 -14h34m)


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