Miss PE anda de ônibus, hidrata a pele com glicerina de farmácia e adora ler

O porte da miss/Foto: Fábio Vanderlei/DivulgaçãoFoto: Fábio Wanderlei/Divulgação

Rhayanne Nery, 20 anos, é a Miss PE 2014. Nascida e criada no Ibura, Zona Sul do Recife, a jovem estuda Engenharia Química, na UFPE. Nesta terça (16), ela voa para Fortaleza, onde ficará confinada até o Miss Brasil, dia 27. Se ganhar o título nacional, voltará de lá motorizada. Seria um descanso para sua beleza, que tanto frequenta paradas de ônibus e integrações para chegar à universidade.

Se bem que a beleza de Rhayanne parece ser resistente; e não efêmera, como as que se vê em bancas por aí, parafraseando Céu, em Bobagem. Ela não arrasta a calda de clichês que a gente insiste em costurar ao vestido de uma miss. Porque ela não é só isso. Para manter a beleza, aliás, burla padrões. Usa no cabelo, antes do xampu, óleos vegetais – azeite de oliva, óleo de pequi… – e para hidratar a pele e remover cutículas, glicerina, comprada na farmácia e misturada a água. Barateia, assim, os custos.

A essas “diquinhas” (há mais no site produtosdebeleza.com), ela soma outras. Indica para ler A cabana – “Ele tem uma abordagem muito peculiar: apresenta Deus como uma mulher; é uma abordagem muito diferente do que a gente está acostumado, abre os olhos para outra realidade.” – e para assistir, o doc Terráqueos – “É muito rico. Trata da exploração animal. Tanto para a alimentação quanto para experimentos. Faz conhecer uma realidade desconhecida.”

A gente conversou mais com a sopa de letrinhas que é Rhayanne. Até uma fórmula química ela criou, para alcançar a tão desejada paz mundial pelas misses:

O que é ser miss em 2014?
É muito mais do que beleza física. Qualquer mulher, hoje, consegue se adequar aos padrões, se ela quiser. Há muitas ferramentas para isso, como a cirurgia plástica. Miss é a mulher em todos os aspectos; é a representante da mulher do povo de onde ela vem, desde a mais produzida e rica até a mais pobre e singela.

O concurso de miss já teve sua fase áurea. Por que você acha que caiu o interesse?
É muito pouco julgar uma mulher só pela beleza. Com o passar do tempo, a mulher passou a ocupar cargo, os concursos tiveram que se adequar à realidade e, talvez, não interessassem mais tanto, não tivessem mais tanta evidência… O padrão era outro. Hoje a miss entra mais forte, mais imponente. Tudo isso é representativo.

Estudou para ser miss?
Cada miss tem que ser muito autêntica, mas tem aspectos que têm de ter, como os quesitos beleza, passarela e oratória. Tive aulas de passarela, acompanhamento postural e de como me produzir sozinha… Antes de ser miss eu era pouco vaidosa, não fazia muita questão.

Você se acha bonita?
Sei que sou bacana e que a beleza é um conjunto. Mas beleza é algo muito relativo. Não existe, de fato, a mulher mais bonita. Eu não sou a mais bonita, mas sou representante.

Deu uma reparada nas concorrentes? Você tem chances?
Já! Muitos críticos dizem que este é o ano mais competitivo da história. As merinas são maravilhosas, mas minhas chances são grandes, sim, tenho muita segurança. Sei que concurso de beleza nem sempre premia a mais bonita; a gente passa 12 dias confinadas porque há outros aspectos, como a postura. Quando começo a analisar, vejo que tenho chances.

O que mais admira nos pernambucanos?
A originalidade. É um povo muito guerreiro, receptivo, afetuoso, corajoso, mas essas são qualidades que não são somente nossas, são do povo brasileiro. Quando olho para Pernambuco em âmbito nacional, vejo a autenticidade; se você encontrar um pernambucano e interagir, com facilidade nota que ele é pernambucano, porque ele é original.

Antes de Miss PE, você é Miss Recife. Pois bem, qual lugar na Cidade você seria?
O meu bairro desde que nasci, o Ibura.

Para além-beleza, cuida do intelecto?
Naturalmente. Desde cedo eu sempre despertei para assuntos para os quais as pessoas não despertavam, questionava o que não questionavam… E gosto muito de ler e escrever, porque sei que a inteligência é aprimorada. Gosto de ler física, ciências naturais, politica, de estudar religiões…

Uma fórmula (química) para alcançar a paz mundial?
Respeito + tolerância + altruísmo —-> paz + equilíbrio.

O tchauzinho de miss/Foto: Fábio Wanderlei/Divulgação

>Do NE 10 e Fofocas da TV do Forrozão Sertanejo da Orobó FM
>Via Dep. de Jorn. da Orobó FM, (Eraldo Albuquerque -Orobó; Terça, 16 de Setembro de 2014 -17h01m)


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